Sunday, March 18, 2007

O Futuro do ipod por Ivo Barros

A marca ipod como se pode observar ao longo do blog, é uma marca que desde o início tem uma postura vencedora, afirmando-se num mercado completamente competitivo com marcas de elevada notoriedade que estão constantemente a lançar novidades tecnológicas para o mercado.

O ipod para além de vencer neste mercado ainda transformou um leitor de Mp3 numa categoria de produto – todos dizemos “tens um ipod” – para além disso ainda transformou o simples aparelho num utensílio de necessidade, aliando-se a outro poderoso do fitness, a Nike, para dar um certo estilo à pratica de desporto. Por outro lado, também foi de encontro com a moda colaborando com a Levis numa tentativa de juntar moda e tecnologia.

Sem duvida uma longa cruzada que este recente aparelho da Apple já percorreu.

Como estratégia futura para a marca ipod exponho de seguida alguns pontos:
Para além da constante inovação, o ipod pode começar a vender ibooks sendo uma óptima plataforma de e-learning. Para além desses mesmo livros a Apple e a partir do iTunes pode facultar uploads de vídeos de aulas, bem como outros instrumentos de apoio aos estudantes. Esta estratégia pode captar a atenção dos mais novos que frequentam as escolas e começarem logo a ter contacto com o ipod, não só na idade adolescente.

Já para outro segmento, disponibilizar informação rápida e direccionada sobre mercados de valores como também ter uma base de empresas para transaccionar produtos e serviços neste mercado global.

Ao nível tecnológico penso que a eliminação do click wheel que tanto caracteriza o ipod para um touch screen.

Outra proposta ao nível tecnológico é a colaboração interna do Know-How de inserir Mac dentro de um ipod, ou seja, criar verdadeiramente um computador portátil.

Ao nível da comunicação de marketing, continuar na Internet mas com algumas diferenças verdadeiramente tecnologias, ou seja seguir um pouco a estratégia do live search da Microsoft e criar um site interactivo.

Também nas lojas colocar robots com informação que o consumidor possa precisar sem ter que se dirigir ao funcionário tirando assim algum tempo de espera.

Por fim acabar com os famosos discursos do Steve Jobs para uma plateia num centro de negócios e começar a divulgar as novidades por vídeo conferência para todos os jornais do mundo e afins.

Continuação de bons negócios ipod!

?!?Futuro?!?









M8 ou iPhone? iPhone ou M8?


A empresa chinesa Meizu vai lançar o M8, um celular com tela de 3.3” touchscreen e deve medir 57 × 105 × 11.5 mm, resolução de 720 x 480 pixels, Bluetooth , câmera de 3 megapixels , bateria removível e processador ARM11 para gravar vídeo com 30 fps. Para quem tem dúvidas, ele já foi confirmado oficialmente pela Meizu, e já está sendo produzido.

Qual será o próximo lançamento da apple?


iMac, iPod, iPhone..são vários lançamentos que a apple já fez, e que com certeza, fizeram e faram sucesso! Mas qual será o próximo lançamento? Difícil saber, mas através do site Worth1000.com fans e artistas do photoshop mostram o que poderá ser o próximo produto da Apple. Desde uma iCar (Carro) até um iToilet (Toalete), os produtos dos fans são de “assustar”.

"1984", uma lenda da publicidade

Em 1984, para apresentar o lançamento de seu inovador computador pessoal, o Macintosh, a Apple praticamente parou os Estados Unidos, e consequentemente o mundo. Até hoje, é considerado um dos lançamentos mais célebres da história da publicidade.
Um filme explosivo de 1 minuto criado pela agência Chiat/Day de Los Angeles, hoje incorporada à TBWA, foi exibido no Estádio Houlihan, em Tampa (Flórida, EUA) no intervalo da final do Super Bowl, o campeonato de futebol norte-americano, para as 70 mil pessoas presentes e os cerca de 80 milhões de telespectadores que acompanhavam o jogo pela TV.

Esta, que é aclamada como uma das melhores peças publicitárias de todos os tempos e nem ao menos mostra o produto, custou 1.6 milhão de dólares e foi veiculada apenas uma vez. E como o intervalo do SuperBowl é considerado o minuto mais caro para a publicidade, apenas a veicularão do comercial custou 500 mil dólares
A produção e direcção do filme ficou por conta de Ridley Scott, consagrado por filmes clássicos como Alien (1979) e Blade Runner (1982). O cenário do anúncio é o sombrio mundo descrito por George Orwell no livro 1984, no qual o Grande Irmão (Big Brother) reunia a população mentalmente escravizada para sessões diárias de lavagem cerebral.

Scott realizou o mesmo ambiente escuro no filme, e enquanto pessoas assistem passivas ao discurso do Grande Irmão, no fundo, uma mulher vestindo roupas atléticas que contrastam com a escuridão, corre em direcção ao talão com um martelo de arremesso nas mãos.

As referências à IBM vão desde os princípios hierárquicos rígidos até o uso obrigatório de uniformes dentro da empresa na ocasião. Nesse contexto, a tela onde fala o Grande Irmão se assemelha a um monitor de computador, e códigos de informática podem ser claramente identificados.

O desenho na camiseta da
atleta é uma maçã, logotipo da Apple, e um monitor com teclado estilizados. A mulher destoa do resto do ambiente, mostrando que o Macintosh traz cor e vida para o mundo da computação, prazer estético e lazer, ao contrário do azulado e frio da IBM até então.

Também fica clara a relação do orgânico contra o inorgânico, afim de demonstrar a proposta da Apple de criar uma máquina como se fosse um 'ser vivo'. O design mais gestual acentua essa característica, que continua vigente até hoje, vide os iMac's

No livro de Orwell, a classe tr
abalhadora era formada apenas por homens brancos. No comercial, a mulher representa uma quebra deste paradigma, além de ser uma figura politicamente igual, é atenta aos poderes repressivos do capitalismo e usa tácticas

Por ser uma atleta, demonstra o treinamento rigoroso de seu corpo, um protesto contra os corpos dóceis e sujeitos as massas roborizadas. Aliás, vemos as pessoas mostradas estritamente como máquinas trabalhadoras, controladas por computadores.

Como se vê, o comercial carrega diversos manifestos contra uma série de fatos, incluindo o capitalismo, a repressão e desigualdade sexual, racial e económica. Não é a toa que se tornou tão célebre e cultuado. Intitulado logicamente de "1984", o filme ganhou diversos prémios, incluindo o Grand Prix no Festival de Cannes.