Thursday, March 29, 2007

Apple gets behind the album format with new offer

NEW YORK (Reuters) - Apple Inc. is throwing its weight behind the music industry's efforts to protect the album format by allowing fans to buy complete digital albums without having to pay again for songs they already own.

The record industry is keen to maintain the profitable album format, which is under threat as users of Web-based music download stores, such as Apple's iTunes and Napster Inc., prefer to buy individual songs rather than whole albums.

Apple said on Thursday iTunes is introducing a "Complete My Album" service that offers customers who want to turn individual tracks into an album a 99-cent credit for every song they have already purchased from the album.

For example, if a customer had bought three 99-cent singles and decides to download the entire album with a listed price of $9.99, the customer would only have to pay $7.02.

Fans will only be able to take advantage of the discount within 180 days after first buying the songs, Apple said.

The new service comes as the music industry is under pressure to find new ways to boost profits, as sales of digital songs have so far failed to come close to replacing the downturn in revenue from CD sales.

According to Nielsen SoundScan, U.S. album sales in both physical and digital formats fell 10 percent in the first quarter of 2007 compared to the same period a year ago

Even though digital album sales doubled, CD sales fell 20 percent. CDs still account for 90 percent of traditional album sales.

Apple's iTunes has more than 70 percent of digital music sales in the United States, putting Chief Executive Steve Jobs in a powerful position in negotiations with record majors including Warner Music Group, Universal Music Group, EMI Group and Sony BMG Music Entertainment. To date, iTunes has sold more than 2 billion songs.

At eMusic, the No. 2 digital music store, the company said it has been offering a similar service since launch and that over 60 percent of all its downloads were full-length albums.

"The premise that the album is dead is only true among the youth segment, which is really the iTunes customer," eMusic Chief Executive David Pakman said.

EMusic currently does not carry music from the major labels and said it serves a mainly older customer base than iTunes.

The major record companies will open separate talks with Apple over the summer and will try to improve the terms of their respective relationships.

Jobs has been described both as a savior and thorn in the side of record companies by analysts, since he unveiled his company's hugely popular iPod digital media player and the accompanying iTunes store four years ago.

Sunday, March 18, 2007

O Futuro do ipod por Ivo Barros

A marca ipod como se pode observar ao longo do blog, é uma marca que desde o início tem uma postura vencedora, afirmando-se num mercado completamente competitivo com marcas de elevada notoriedade que estão constantemente a lançar novidades tecnológicas para o mercado.

O ipod para além de vencer neste mercado ainda transformou um leitor de Mp3 numa categoria de produto – todos dizemos “tens um ipod” – para além disso ainda transformou o simples aparelho num utensílio de necessidade, aliando-se a outro poderoso do fitness, a Nike, para dar um certo estilo à pratica de desporto. Por outro lado, também foi de encontro com a moda colaborando com a Levis numa tentativa de juntar moda e tecnologia.

Sem duvida uma longa cruzada que este recente aparelho da Apple já percorreu.

Como estratégia futura para a marca ipod exponho de seguida alguns pontos:
Para além da constante inovação, o ipod pode começar a vender ibooks sendo uma óptima plataforma de e-learning. Para além desses mesmo livros a Apple e a partir do iTunes pode facultar uploads de vídeos de aulas, bem como outros instrumentos de apoio aos estudantes. Esta estratégia pode captar a atenção dos mais novos que frequentam as escolas e começarem logo a ter contacto com o ipod, não só na idade adolescente.

Já para outro segmento, disponibilizar informação rápida e direccionada sobre mercados de valores como também ter uma base de empresas para transaccionar produtos e serviços neste mercado global.

Ao nível tecnológico penso que a eliminação do click wheel que tanto caracteriza o ipod para um touch screen.

Outra proposta ao nível tecnológico é a colaboração interna do Know-How de inserir Mac dentro de um ipod, ou seja, criar verdadeiramente um computador portátil.

Ao nível da comunicação de marketing, continuar na Internet mas com algumas diferenças verdadeiramente tecnologias, ou seja seguir um pouco a estratégia do live search da Microsoft e criar um site interactivo.

Também nas lojas colocar robots com informação que o consumidor possa precisar sem ter que se dirigir ao funcionário tirando assim algum tempo de espera.

Por fim acabar com os famosos discursos do Steve Jobs para uma plateia num centro de negócios e começar a divulgar as novidades por vídeo conferência para todos os jornais do mundo e afins.

Continuação de bons negócios ipod!

?!?Futuro?!?









M8 ou iPhone? iPhone ou M8?


A empresa chinesa Meizu vai lançar o M8, um celular com tela de 3.3” touchscreen e deve medir 57 × 105 × 11.5 mm, resolução de 720 x 480 pixels, Bluetooth , câmera de 3 megapixels , bateria removível e processador ARM11 para gravar vídeo com 30 fps. Para quem tem dúvidas, ele já foi confirmado oficialmente pela Meizu, e já está sendo produzido.

Qual será o próximo lançamento da apple?


iMac, iPod, iPhone..são vários lançamentos que a apple já fez, e que com certeza, fizeram e faram sucesso! Mas qual será o próximo lançamento? Difícil saber, mas através do site Worth1000.com fans e artistas do photoshop mostram o que poderá ser o próximo produto da Apple. Desde uma iCar (Carro) até um iToilet (Toalete), os produtos dos fans são de “assustar”.

"1984", uma lenda da publicidade

Em 1984, para apresentar o lançamento de seu inovador computador pessoal, o Macintosh, a Apple praticamente parou os Estados Unidos, e consequentemente o mundo. Até hoje, é considerado um dos lançamentos mais célebres da história da publicidade.
Um filme explosivo de 1 minuto criado pela agência Chiat/Day de Los Angeles, hoje incorporada à TBWA, foi exibido no Estádio Houlihan, em Tampa (Flórida, EUA) no intervalo da final do Super Bowl, o campeonato de futebol norte-americano, para as 70 mil pessoas presentes e os cerca de 80 milhões de telespectadores que acompanhavam o jogo pela TV.

Esta, que é aclamada como uma das melhores peças publicitárias de todos os tempos e nem ao menos mostra o produto, custou 1.6 milhão de dólares e foi veiculada apenas uma vez. E como o intervalo do SuperBowl é considerado o minuto mais caro para a publicidade, apenas a veicularão do comercial custou 500 mil dólares
A produção e direcção do filme ficou por conta de Ridley Scott, consagrado por filmes clássicos como Alien (1979) e Blade Runner (1982). O cenário do anúncio é o sombrio mundo descrito por George Orwell no livro 1984, no qual o Grande Irmão (Big Brother) reunia a população mentalmente escravizada para sessões diárias de lavagem cerebral.

Scott realizou o mesmo ambiente escuro no filme, e enquanto pessoas assistem passivas ao discurso do Grande Irmão, no fundo, uma mulher vestindo roupas atléticas que contrastam com a escuridão, corre em direcção ao talão com um martelo de arremesso nas mãos.

As referências à IBM vão desde os princípios hierárquicos rígidos até o uso obrigatório de uniformes dentro da empresa na ocasião. Nesse contexto, a tela onde fala o Grande Irmão se assemelha a um monitor de computador, e códigos de informática podem ser claramente identificados.

O desenho na camiseta da
atleta é uma maçã, logotipo da Apple, e um monitor com teclado estilizados. A mulher destoa do resto do ambiente, mostrando que o Macintosh traz cor e vida para o mundo da computação, prazer estético e lazer, ao contrário do azulado e frio da IBM até então.

Também fica clara a relação do orgânico contra o inorgânico, afim de demonstrar a proposta da Apple de criar uma máquina como se fosse um 'ser vivo'. O design mais gestual acentua essa característica, que continua vigente até hoje, vide os iMac's

No livro de Orwell, a classe tr
abalhadora era formada apenas por homens brancos. No comercial, a mulher representa uma quebra deste paradigma, além de ser uma figura politicamente igual, é atenta aos poderes repressivos do capitalismo e usa tácticas

Por ser uma atleta, demonstra o treinamento rigoroso de seu corpo, um protesto contra os corpos dóceis e sujeitos as massas roborizadas. Aliás, vemos as pessoas mostradas estritamente como máquinas trabalhadoras, controladas por computadores.

Como se vê, o comercial carrega diversos manifestos contra uma série de fatos, incluindo o capitalismo, a repressão e desigualdade sexual, racial e económica. Não é a toa que se tornou tão célebre e cultuado. Intitulado logicamente de "1984", o filme ganhou diversos prémios, incluindo o Grand Prix no Festival de Cannes.



Saturday, March 17, 2007

Dez razões para o sucesso do iPod

1 - Por sua interface matadora

Os inúmeros botões de avanço, troca de músicas, volume, liga, desliga, trava todos os outros, foram substituídos por uma simples roda central (click wheel) e poucos botões. A substituição foi não só inovadora, mas talvez o iPod seja o primeiro, e único, aparelho a dispensar um botão de volume. Na realidade, o volume é feito pelo deslizar do dedo na roda central, o que a primeira vista pode parecer estranho, mas bastam alguns minutos para se perguntar: "porque ninguém pensou nisso antes?".

A "click wheel" se provou ainda mais importante em outros casos, como por exemplo em jogos, onde pode dar uma vida completamente diferente ao jogo. Outra ausência ousada é dos botões On e Off: o aparelho é ligado automaticamente pressionando qualquer botão, e desliga após um período de inactividade com o botão Pause pressionado.

2 - Porque a Sony Falhou

Inventora do Walkman e rainha da portabilidade musical, a Sony não conseguiu trazer sua dominância para a era digital. O motivo foi simples: além de gigante da eletroeletrônica, a Sony também é uma grande gravadora e distribuidora de música. Conflitos internos impediram por muito tempo que se criasse um aparelho que tocasse MP3. Durante um bom tempo a Apple não teve que se preocupar com sua concorrente japonesa.

Quando a Sony mudou de ideia, a Apple dominava o mercado. Muitas tentaram, mas a cada passo dado pela concorrência, a Apple avança dois. A Microsoft é a próxima a tentar, mas muitos duvidam de que Zune seja mais um projecto a colunar a interface do competidor da empresa da maçã.

3 - Porque não é apenas um produto, mas um ecossistema

A fusão perfeita entre hardware e software se provou um dos pontos mais fortes do iPod. A união entre o iTunes, programa capaz de digitalizar faixas de um CD para o computador e gerir as músicas dentro dele; a iTunes Store, loja que vende músicas e vídeos e o cobiçado aparelho, transformou o iPod num universo fechado. Músicas e vídeos comprados na iTunes só tocam no iPod, que por sua vez, não toca arquivos em formatos protegidos de outros fabricantes.

A prova que o sistema funciona é a disposição da Microsoft em copiá-lo literalmente, inclusive impedindo que o Zune toque arquivos com seu próprio sistema de protecção de cópias atual., utilizado por lojas como Napster, UOL Megastore e o Sonora, do Terra. Os parceiros da Microsoft não gostaram nada da ideia.

4 - Porque a Apple procurou atender a todos os públicos

Os concorrentes do iPod tem um alvo em movimento. A Apple aperfeiçoa constantemente o aparelho, adicionando novas funções como fotos, jogos e vídeos, mas mantendo a forma original, razão do seu sucesso. Esportistas e ouvintes casuais, que preferem ter mobilidade a grandes capacidades de armazenamento, também encontram seu "modelo ideal" nos iPods nano e shuffle.


5 - Porque foi o produto certo na hora certa

A Apple aproveitou o momento e lançou o iPod na época em que todo mundo já tinha armazenado gigabytes de MP3, mas não tinha onde ouvir, além do computador. CD players de MP3 eram incómodos e apresentavam custo extra para quem precisava queimar discos a cada vez que mudasse a playlist, além de ficar limitados a 700 MB.


O iPod juntou três tecnologias inovadoras mas que ainda não tinham sido unidas em um único produto: um chip conversor de áudio digital-analógico de alta qualidade; um micro-HD e o protocolo de transmissão de dados FireWire. Enquanto todos os players utilizavam a USB 1.1 e demoravam 5 horas para transferir 6 GB de música, o iPod fazia isso em 20 minutos. Anos depois, quando todos passaram a utilizar USB 2.0, porta mais veloz, o iPod já havia conquistado o terreno.

6 - Porque ficou no limite da legalidade

O facto de os seus utilizadores comprarem musica legal através da iTunes Store, fez com que a Apple ganhasse a simpatia tanto dos adeptos da cópia ilegal, quanto das grandes gravadoras.


O preço acessível (US$ 0,99 por música) mudou o hábito de muitos utilizadores, que agora preferem o método legal de comprar musicas, vendidas a preços acessíveis através da loja virtual, o que fez com a empresa ganhasse ainda mais pontos com a indústria.


7 - Pelo seu óptimo design

Se o aparelho é maior, mais pesado ou mais complicado, já recebe um olhar de desdém tipo "ah...mas não é nenhum iPod".

Os próprios iPods, aprimorados anualmente, sofrem com a reconhecida capacidade da Apple de, a cada modelo novo, fazer o anterior parecer ultrapassado e feio. Isto gera uma troca de equipamento, movimenta o mercado e reafirma o fato de que os iPods podem, mesmo, ser objectos coleccionáveis.

8 - Porque conseguiu criar uma ampla plataforma de acessórios

Hoje o iPod conta com uma imensa gama de acessórios, ultrapassando a casa de 4 mil, vendidas por empresas terceiras que vêem no dispositivo um filão a ser explorado. São acessórios tradicionais como caixas de som e fones de ouvido.

9 - Pelo marketing muito bem feito

Hoje, a empresa não precisaria sequer fazer esforço, já que ganha espaço em novelas, series e filmes, tamanha a aceitação do aparelho no mercado. A imagem de uma silhueta dançando sobre um fundo colorido com os fios dos fones brancos pendurados virou um ícone reconhecível no mundo inteiro.

10 - Porque é Apple

Nenhuma outra empresa teria coragem de lançar um produto supérfluo e bonito para o qual não se sabia se existiria procura ou não e ainda colocar um preço alto. A Apple consegue fazer isso porque sabe que seu nome tem uma aura "cool" e confia nos milhões de macmaníacos fervorosos ao redor do mundo que compram qualquer coisa com uma maçã estampada.